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A PEDIDO DO DEPUTADO ARANTES, COMISSÃO DA ASSEMBLEIA VISITARÁ ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DE PARAÍSO

A PEDIDO DO DEPUTADO ARANTES, COMISSÃO DA ASSEMBLEIA VISITARÁ ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DE PARAÍSO

O deputado Antonio Carlos Arantes (PSDB) participou na terça-feira (03/10/17) da reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência que aprovou requerimentos dele e do presidente da comissão, Duarte Bechir (PSD), para vistoriar instituições que atendem pessoas com deficiência em Belo Horizonte e no interior.

Os requerimentos determinam a ida dos deputados às instalações para conhecer as condições de funcionamento e as intervenções que precisam ser feitas pelo Estado para melhorar o atendimento à pessoa com deficiência.

A pedido do deputado Arantes, a Escola Estadual de Educação Especial Mariana Marques, de São Sebastião do Paraíso, será uma das instituições visitadas: “A escola Mariana Marques era referência no atendimento ao aluno com deficiência. Por isso, quem estudava ali apresentava excelentes resultados. Agora, o governo Pimentel quer acabar com as escolas especiais e integrar todo mundo, mas os especialistas sabem que isso só dificultará vida de quem precisa de atendimento especial”, justificou.

O deputado também lamentou o fim da Escola Estadual de Educação Especial Padre Pascoal Berardo, de Monte Santo de Minas: “A minha tristeza é maior ainda quando vejo que a de Paraíso está indo pelo mesmo caminho”.

Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência decidiu que ainda que serão visitadas as Escolas Estaduais Sandra Risoleta de Lima Hauck e Doutor Amaro Neves Barreto; o Instituto Pestalozzi e o Núcleo Assistencial Caminhos para Jesus, todas elas localizadas em Belo Horizonte.

DEPOIMENTO DE QUEM ENTENDE

Arantes ficou impressionado com o depoimento da ex-diretora de escola especial Vilma de Oliveira Dias, que hoje é diretora da Associação dos Diretores das Escolas Oficiais de Minas Gerais (Adeomg). Ela falou sobre a necessidade de atendimento especial para quem é especial. “É preciso preparar o aluno para ele se integrar na escola regular. Isso tem que ser feito aos poucos. Eles precisam de atendimento especializado para a reintegração pedagógica, para o início da escolaridade. Precisam participar de oficinas pedagógicas, de psicomotricidade, de educação inclusiva, até de terapias, como a da fala. No meu tempo, no final, a maior parte dos alunos era integrada à escola regular”, afirmou.

A ex-diretora lamentou o fim das escolas especiais: “Estamos passando por um momento triste, pois muitas coisas que criamos estão se esvaindo”, lamentou.

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