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COMISSÃO VAI DEBATER SITUAÇÃO DO CAFÉ NO SUL DE MINAS

 DEPUTADO ARANTES É UM DOS AUTORES DO PEDIDO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA, EM MACHADO

A Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (12/7/16), um requerimento para realização de uma audiência pública em Machado, no Sul de Minas.

A reunião tem como objetivos debater a cafeicultura no Estado e contribuir para a elaboração e a execução de políticas públicas na área.

O deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB) é um dos autores do requerimento. Para ele, Minas Gerais tem no café um dos alicerces da economia, produto que gera divisas e recursos. “Todos conhecem a importância do café no agronegócio nacional. Graças à Minas, o Brasil é o maior produtor de café do mundo e precisamos marcar posição. Nessa audiência pública vamos discutir, entre outras coisas, as barreiras no caminho dos produtores. Será uma reunião muito importante”, justificou.

A audiência pública ainda não tem data para acontecer.

VALORIZANDO O CAFÉ

Defender os produtores e valorizar o café sempre fez parte do trabalho de Antônio Carlos Arantes. A pedido dele, o maior produto de Minas, responsável por mais de 50% da exportação brasileira, teve seu valor econômico e social reconhecido na Assembleia Legislativa, quando o antigo Salão de Chá passou a se chamar Salão do Café de Minas.

Foi uma mudança estratégica, explicou Arantes. “Primeiro, porque não produzimos chá. Segundo, porque é de um simbolismo enorme. A importância do café é tão grande que, se Minas fosse um país, seria o maior produtor mundial. Então, não faz sentido a sede do Poder Legislativo homenagear um produto que não faz parte da agricultura mineira. Temos que homenagear o produto que representa a grandeza de Minas Gerais, que o café”, justificou.

A troca de nome foi autorizada pelo presidente da ALMG, Adalclever Lopes, levando em conta um pedido antigo do deputado Arantes. Há mais de cinco anos, Arantes protocolou na ALMG um requerimento solicitando que fosse feita a mudança considerando a forte identificação da bebida com a cultura e a tradição mineira. Dos 853 municípios do estado, 620 estão ligados à produção do café.

O presidente Adalclever Lopes também autorizoua Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) a ser a fornecedora do café servido nas dependências da Casa.

O deputado Arantes aplaudiu a decisão. “Como sabemos, a Epamig é uma empresa do Estado muito importante para o agronegócio. O café fornecido por ela é de alta qualidade, sem misturas, e não custará mais caro aos cofres públicos. E a tecnologia que a empresa usa para produzir grãos de qualidade está disponível aos produtores mineiros”, concluiu.

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