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Deputado Arantes participa do encerramento da Femagri em Guaxupé

Deputado Arantes participa do encerramento da Femagri em Guaxupé

Além da visita, Antonio Carlos participou de entrevista

e debate promovido pela imprensa presente no evento

O deputado estadual Antonio Carlos Arantes (PSDB) participou, nesta sexta feira (10/02/17), do encerramento da 16ª edição da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), no município de Guaxupé. A feira, considerada o principal evento do segmento no Brasil, teve como tema neste ano “Eficiência aumentando a rentabilidade e a qualidade de Vida” e atraiu mais de 30 mil visitantes.

O presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa, e o vice-presidente, Carlos Augusto, receberam o deputado e agradeceram o apoio do parlamentar nas questões que se referem ao homem do campo. Arantes visitou os estandes, conversou com expositores e também com os produtores rurais sobre o futuro.

A TV Sul entrevistou o parlamentar sobre o seu trabalho na Assembleia, a importância do café na economia brasileira e a polêmica ideia do governo federal de importar o produto.

No site Notícias Agrícolas, Antonio Carlos participou, juntamente com os deputados Cássio Soares (estadual) e Renato Andrade (federal), de um debate mediado pelo jornalista João Batista Olivi, quando se discutiu a importação de café, reforma politica e o que se pode fazer para defender o homem do campo. Arantes reafirmou sua posição contra a importação de café e denunciou a existência de uma grande pressão de empresas e torrefações de Minas e do Brasil para o país promover a importação dos grãos. Para Arantes, o Ministério da Agricultura está cedendo: “É um absurdo pensar numa possibilidade dessa. O Brasil é referência mundial na produção de café de qualidade, produzindo quase 1/3 do produto que é consumido no planeta. Não podemos de maneira alguma nos sujeitar a isso” afirmou.

O deputado explicou porque é contrário à importação do café. “Primeiro, porque duvidamos que o país não tenha estoque suficiente para garantir o consumo interno até o mês de abril, quando se inicia a safra do café Conilon. Segundo, porque é uma importação caríssima, desnecessária. E terceiro, porque quando se importa grãos dessa natureza, junto vêm pragas e doenças que poderão contaminar as nossas lavouras. Os prejuízos seriam incalculáveis para a cafeicultura e um desastre para a balança comercial brasileira”, alertou.

Além disso, Arantes falou sobre o desgoverno do PT no Estado, que tem cortado investimentos na área de Segurança alegando déficit, mas ampliou o número de secretarias e aumentou salários do alto escalão. “Enquanto isso, o homem do campo está largado à própria sorte, sofrendo todo tipo de violência, à mercê dos bandidos. Isso tem impactado diretamente na produção. Temos visto com frequência roubos de sacas de café, máquinas e insumos agrícolas, assassinatos e sequestros na zona rural. Até roubos de cargas inteiras. Um verdadeiro absurdo. Na Assembleia, temos cobrado ações para aumentar a segurança no campo”, disse o parlamentar.

Antonio Carlos também falou sobre a reforma política, com destaque para a cláusula de barreira. A PEC que está em tramitação atualmente no Congresso, se aprovada, vai valer para as eleições de 2018. Os principais requisitos exigidos dos partidos pela PEC são: obter pelo menos 2% dos votos válidos para deputado federal em todo o país; e conseguir 2% dos votos para deputado federal em, no mínimo, 14 unidades da federação.

Os partidos que não alcançarem essas votações terão funcionamento parlamentar limitado. Isso significa que não poderão: possuir estrutura própria e funcional nas casas do Congresso (terão espaço menor); acessar o fundo partidário; nem dispor de tempo gratuito de propaganda na televisão.

Mas a maior diferença da nova PEC é que ela permite que candidatos eleitos dos partidos “barrados” exerçam o mandato normalmente. Esses deputados terão de conviver com as limitações decorrentes da falta de funcionamento parlamentar, que poderá afetar fortemente seus partidos.

Todas essas determinações da cláusula de barreira implicariam mais dificuldades para partidos pequenos dentro do Congresso. Caso estivesse em funcionamento nas eleições gerais de 2014, essa cláusula limitaria o funcionamento parlamentar de 14 partidos políticos – mais de metade dos 27 que estão hoje representados no Congresso, o que o deputado considera melhor para a políticaArantes também criticou as coligações partidária

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