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DEPUTADOS E PRODUTORES QUESTIONAM GOVERNO SOBRE CENTRO DE PESQUISA PARA QUEIJO DO SERRO

DEPUTADOS E PRODUTORES QUESTIONAM GOVERNO SOBRE CENTRO DE PESQUISA PARA QUEIJO DO SERRO

A Comissão de Agropecuária e Agroindústria, presidida pelo deputado Antonio Carlos Arantes (PSDB), debateu na sexta-feira (17/11/2017) possibilidade do Governo de Minas Gerais vir a construir o Centro de Especialização e Pesquisa de Queijo Artesanal da região do Serro.

O debate foi solicitado pelo deputado Bonifácio Mourão (PSDB), que reuniu produtores, especialistas e autoridades para questionar a estrutura e o funcionamento dessa nova unidade.

O deputado Arantes, que é autor da Lei do Queijo Minas Artesanal, considera que qualquer ação que valorize o produtor é bem-vinda: “O governo de Minas precisa deixar claro como esse centro de pesquisa vai funcionar. É importante que prestigie os produtores do Serro e os de outras regiões, como os de São Roque de Minasno Sul e os das Vertentes também”, afirmou.

Além de Arantes e Mourão, também participaram da audiência os deputados Geraldo Pimenta (PC do B); Gustavo Santana (PR) e Alencar da Silveira Júnior (PDT). Entre os convidados, o prefeito do Serro, Guilherme Simões Neves; o superintendente de Interlocução e Agroindústria da Secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Gílson de Assis Sales; diretor executivo do Sindicato Indústrias Laticínios Estado Minas Gerais (Silemg), Celso Costa Moreira; o analista de Projetos da CodemigCarlos Frederico Agilar Ferreira; o fiscal sanitário do IMA, André de Almeida; o presidente da Associação dos Produtores de Queijo Canastra, João Carlos Leite; o presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais do Serro, Carlos da Silveira Drumond; presidente do Sindicato dos Produtores Rurais do Serro, Roberto de Castro Teixeira, a professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Maria Coeli Simões Pires, e o professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, José Manoel Martins.

Todos os presentes lembraram que são favoráveis ao centro de pequisa, mas questionaram a proposta do governo. O deputado Mourão argumentou que os mais interessados não foram ouvidos e quis saber qual seria a participação dos produtores e como eles seriam beneficiadosO prefeito Guilherme Simões cobrou um estudo de viabilidade para o projeto. O diretor do Silemg, Celso Moreira, lembrou que o Sistema Fiemg tem um dos mais modernos laboratórios de pesquisas do mundo, e que talvez fosse melhor usar o que já está pronto.

A professora Maria Coeli, que é do Serro, cumprimentou o deputado Arantes pela atuação em defesa do queijo minas artesanal e reafirmou que o centro não pode ser só de ‘fachada’: “O governo de Minas, inclusive, deveria ter aproveitado a Lei do deputado Arantes para fomentar a produção no Estado”. Já o presidente da Aprocan, João Carlos Leite, acha que melhor proveito teria se o centro fosse usado para a formação e qualificação de mestres queijeiros.

O deputado Arantes encerrou lembrando que sempre se preocupou com a pesquisa no Estado. Tanto que é dele o projeto que destina 10% da verba de pequisa e ensino da Fapemig para a Epamig: “E sei que isso ainda é pouco, porque é a pesquisa que faz o desenvolvimento no agronegócio”, ressaltou.

 

Todos os presentes lembraram que são favoráveis ao centro de pequisa, mas questionaram a proposta do governo. O deputado Mourão argumentou que os mais interessados não foram ouvidos e quis saber qual seria a participação dos produtores e como eles seriam beneficiadosO prefeito Guilherme Simões cobrou um estudo de viabilidade para o projeto. O diretor do Silemg, Celso Moreira, lembrou que o Sistema Fiemg tem um dos mais modernos laboratórios de pesquisas do mundo, e que talvez fosse melhor usar o que já está pronto.

A professora Maria Coeli, que é do Serro, cumprimentou o deputado Arantes pela atuação em defesa do queijo minas artesanal e reafirmou que o centro não pode ser só de ‘fachada’: “O governo de Minas, inclusive, deveria ter aproveitado a Lei do deputado Arantes para fomentar a produção no Estado”. Já o presidente da Aprocan, João Carlos Leite, acha que melhor proveito teria se o centro fosse usado para a formação e qualificação de mestres queijeiros.

O deputado Arantes encerrou lembrando que sempre se preocupou com a pesquisa no Estado. Tanto que é dele o projeto que destina 10% da verba de pequisa e ensino da Fapemig para a Epamig: “E sei que isso ainda é pouco, porque é a pesquisa que faz o desenvolvimento no agronegócio”, ressaltou.

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