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Quem sou eu?
Antonio Carlos Arantes, deputado estadual de Minas Gerais
Nascido em 6 de agosto de 1960, no município de Jacuí, Minas Gerais, Antonio Carlos cresceu no campo, em uma família de agricultores, onde aprendeu desde cedo o valor do trabalho e da dedicação à comunidade.
Trajetória Política
Durante o período de 1977 a 1983, Arantes presidiu o Clube dos Jovens 4S – Emater, uma organização voltada para o desenvolvimento rural. Na sequência, presidiu a Associação de Produtores Rurais do Mato Dentro, demonstrando seu compromisso com o setor agropecuário e a comunidade local.
Entre 1989 e 1992, iniciou sua trajetória política como prefeito de Jacuí, cargo que viria a ocupar novamente em outros mandatos. O segundo mandato como prefeito ocorreu entre 1997 e 2000, e o terceiro entre 2001 e 2002, consolidando sua liderança local.
Ao longo dessa década, o político presidiu o Consórcio Intermunicipal de Preservação das Bacias dos Rios São João e Santana, uma iniciativa importante para a preservação ambiental e gestão de recursos hídricos na região. Também foi presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Sudoeste Mineiro (Adebras), responsável por implementar ações de desenvolvimento sustentável.
Além disso, coordenou o Programa de Renovação da Cafeicultura Regional, abrangendo 17 municípios, e foi membro de conselhos importantes, como o Conselho Estadual do Cooperativismo (Cecoop) e o Conselho Integrado de Desenvolvimento (Coind), que envolvem a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
Na esfera pública local, foi diretor-geral da Prefeitura de São Sebastião do Paraíso, de 2003 a 2004, ampliando sua atuação em administrações públicas além de Jacuí.
De 2005 a 2006, foi assessor do ex-governador Aécio Neves, fortalecendo sua rede de influência política em Minas Gerais. Em 2006 assumiu pela primeira vez o cargo de deputado estadual, foi eleito em 2006 e assumiu seu segundo mandato em 2007, iniciando uma trajetória legislativa de destaque.
Assumiu seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais em 2011, iniciando uma trajetória legislativa de destaque. Durante esse período, presidiu comissões importantes na Assembleia, como a Comissão de Agropecuária e Agroindústria, em cinco ocasiões, e a Comissão de Desenvolvimento Econômico.
Foi autor de diversas leis importantes como a legislação para o Queijo Minas Artesanal, que consolidou este produto como símbolo da cultura mineira. Outras leis de destaque incluem o novo Código Florestal Mineiro e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAAFamiliar), entre outras.
No período de 2019 a 2022, exerceu a função de 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, consolidando seu papel de liderança dentro do legislativo estadual. Continuou sua atuação legislativa com a autoria de diversas leis, como a criação da Delegacia Rural, dedicada ao combate ao crime no campo, o Marco Legal das Startups dentre outras.
Reeleito com mais de 119 mil votos, assumiu em 2023 o cargo de 1º secretário da ALMG, onde teve papel fundamental na administração da Casa até o final de janeiro de 2025. Com sua trajetória marcada por transparência, trabalho no campo e atenção às necessidades reais do povo, Antonio Carlos Arantes segue firme em seu propósito de servir Minas Gerais com responsabilidade, fé e dedicação.
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Trajetória Política
Durante o período de 1977 a 1983, Arantes presidiu o Clube dos Jovens 4S – Emater, uma organização voltada para o desenvolvimento rural. Na sequência, presidiu a Associação de Produtores Rurais do Mato Dentro e Jacuí, demonstrando seu compromisso com o setor agropecuário e a comunidade local.
Entre 1989 e 1992, iniciou sua trajetória política como prefeito de Jacuí, cargo que viria a ocupar novamente em outros mandatos. O segundo mandato como prefeito ocorreu entre 1997 e 2000, e o terceiro entre 2001 e 2002, consolidando sua liderança local.
De 1994 a 1996, trabalhou como assessor do deputado federal Carlos Melles, que também foi ministro.
Ao longo dessa década, o político presidiu o Consórcio Intermunicipal de Preservação das Bacias dos Rios São João e Santana, uma iniciativa importante para a preservação ambiental e gestão de recursos hídricos na região. Também foi presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Sudoeste Mineiro (Adebras), responsável por implementar ações de desenvolvimento sustentável.
Além disso, coordenou o Programa de Renovação da Cafeicultura Regional, abrangendo 17 municípios, e foi membro de conselhos importantes, como o Conselho Estadual do Cooperativismo (Cecoop) e o Conselho Integrado de Desenvolvimento (Coind), que envolvem a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
Na esfera pública local, foi diretor-geral da Prefeitura de São Sebastião do Paraíso na gestão de Marilda Melles, de 2003 a 2004, ampliando sua atuação em administrações públicas além de Jacuí.
De 2005 a 2006, foi assessor do ex-governador Aécio Neves, fortalecendo sua rede de influência política em Minas Gerais.
Assumiu seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais em 2011, iniciando uma trajetória legislativa de destaque. Durante esse período, presidiu comissões chave, como a Comissão de Agropecuária e Agroindústria, em cinco ocasiões, e a Comissão de Desenvolvimento Econômico, uma vez.
Foi autor de diversas leis importantes, incluindo a criação da Delegacia Rural, dedicada ao combate ao crime no campo, o Marco Legal das Startups, e a legislação para o Queijo Minas Artesanal, que consolidou este produto como símbolo da cultura mineira. Outras leis de destaque incluem o novo Código Florestal Mineiro e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAAFamiliar), entre outras.
No período de 2019 a 2022, exerceu a função de 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, consolidando seu papel de liderança dentro do legislativo estadual. Continuou sua atuação legislativa com a autoria de diversas leis, como a Lei do Leite Legal, que regulamentou a produção artesanal de leite de cabra e ovelha, e a isenção de ICMS para a construção civil, quando utilizado rejeito ou estéril de minério como insumo em obras.
Sua ação também se estendeu à área ambiental, com a flexibilização das intervenções nas estradas, permitindo melhorias sem grandes restrições ambientais, e à segurança, com a promoção de leis que melhoraram a defesa civil no estado.
m 2023, assumiu seu sexto mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, continuando sua trajetória de liderança política. Durante essa legislatura, se manteve autor de leis de grande impacto, como a regulamentação do Parque Estadual da Serra do Papagaio, que equilibrou a proteção ambiental com as necessidades das atividades produtivas.
Além disso, foi o autor da Lei dos 30 metros, que permitiu o funcionamento de propriedades em diversos setores econômicos situadas a até 30 metros de lagos artificiais, como o de Furnas, facilitando o desenvolvimento regional sem prejudicar o meio ambiente.
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Compromisso com a
transparência
Vida Pessoal
Casado, pai de família e avô, Antonio Carlos é um homem simples, apaixonado por sua terra e pelas pessoas que nela vivem. Além de político, ele é produtor rural e mantém uma ligação direta com a vida no campo.
Sua história de vida reflete sua dedicação em construir um futuro melhor para Minas Gerais, com responsabilidade, trabalho e seriedade.
Vida
Pessoal
Casado, pai de família e avô, Antonio Carlos é um homem simples, apaixonado por sua terra e pelas pessoas que nela vivem. Além de político, ele é produtor rural e mantém uma ligação direta com a vida no campo.
Sua história de vida reflete sua dedicação em construir um futuro melhor para Minas Gerais, com responsabilidade, trabalho e seriedade.
Seu compromisso é com resultados que fazem a diferença.